Mães temem o retorno presencial das escolas

Observando a reabertura do comércio acontecendo aos poucos, mães temem o retorno presencial das escolas

Observando a reabertura do comércio acontecendo aos poucos nos últimos dias, o que aponta um possível cenário de mitigação na propagação do vírus em Macaé, mães relatam preocupação e insegurança frente volta às aulas ainda esse ano.
Apesar de ainda não existir uma resposta concreta do prefeito Dr. Aluízio quanto ao retorno das escolas de modo presencial, visto que obedecendo o isolamento social – principal medida protetiva no combate ao vírus – as aulas vêm acontecendo online, com a flexibilização de novas atividades comerciais, pensar em mandar seus filhos para as escolas tem sido um temor entre as mães.

“Como mãe macaense, digo ao prefeito que mesmo que volte as aulas, não levarei os meus filhos à escola, com ou sem o auxílio da Bolsa Alimentação. A vida dos meus filhos é a minha vida. Já tem faculdades que não retornarão e continuarão com as aulas online até o fim do ano. O prefeito disse que talvez o retorno aconteça até o final de agosto, mas acredito que podemos esperar mais um pouco, afinal, faltam apenas quatro meses para o fim do ano letivo”, frisou uma mãe que não quis se identificar.

“Com a volta às aulas, com certeza vai ser uma contaminação em massa. São mais de 90 mil envolvidos na Educação e temos os exemplos de outros países como a própria China, que retornou e, novamente, parou. Vidas em primeiro lugar”, completou.
Vale lembrar que ao longo das coletivas de imprensa realizadas por videoconferência nos últimos meses, o prefeito salientou que o retorno presencial das aulas nas redes pública e privada de ensino seria a última questão em pauta e, no último encontro virtual, realizado na última sexta-feira (19), estima-se que a volta às aulas aconteça no mês de agosto.

“Creio que se voltar ainda esse ano, o prefeito adotará medidas eficazes pelas escolas, assim como fez desde o início da pandemia no município, a fim de conter o contágio. Mas é preciso estudar melhor essa situação para não prejudicá-los e colocá-los em riscos, me sinto apreensiva”, declara a mãe Cíntia Frota.

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