Apesar das mulheres serem as principais vítimas de violência doméstica, vale lembrar que essas agressões também acometem crianças e idosos - Divulgação

Com a pandemia do COVID-19, as agressões contra as mulheres dentro dos seus lares vêm chamando a atenção nos últimos meses

Frente à pandemia do coronavírus que ronda o mundo todo, o aumento da violência doméstica nos últimos dias vem preocupando as organizações de proteção e amparo às mulheres.

Segundo Janine Martins, Secretária de Desenvolvimento Social, Macaé também registra um aumento de relatos de violência doméstica, sendo que, as vítimas relatam, que já sofriam algum tipo de violência antes da pandemia.

“Quando estamos diante da violência doméstica e familiar, as drogas, o álcool e o desemprego, sempre são citados como forma de potencializar a agressão contra às mulheres. Assim, fazendo um recorte do período de isolamento social, a presença do álcool tem sido algo que tem chamado a atenção e, sendo um forte agente potencializador dessa violência”, ressalta.

Acontece que, com o isolamento social, principal medida protetiva contra a proliferação do vírus, homens tem se aproveitado para violentarem mulheres, sobretudo, suas namoradas ou esposas.

De acordo com pesquisas, nos últimos dois meses, março e abril, a Central de Atendimento à Mulher, o ‘Ligue 180’, registrou a elevação de 40%, em relação ao mesmo período no ano passado.

Apesar das mulheres serem as principais vítimas de violência doméstica, vale lembrar que essas agressões também acometem crianças e idosos de formas diferenciadas.

A secretária revela que, para amparar não só as mulheres vítimas de violência, mas também aos seus filhos, o Centro Especializado de Atendimento à Mulher Pérola Bichara Benjamim (CEAM) tem realizado atendimento com psicólogos, assistentes sociais e advogada através de atendimento telefônico.

“Em casos de violências, basta ligar no telefone (22) 99817-0976”, pontua. Além disso, há ainda o e-mail ceam@macae.rj.gov.br como forma de contato.

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