O ano passado foi dos mais catastróficos para todas as pessoas que, no réveillon 19/20, sem imaginar que na China estava nascendo um dos maiores males do mundo, participaram das tradicionais festas de confraternização, na expectativa de que o ano seguinte seria promissor, ante as boas notícias de uma economia que estava voltando a ser pujante. As férias programadas foram aproveitadas em todas as partes do mundo, a perspectiva do Carnaval, a maior festa popular do planeta, levou milhões de foliões às ruas para festejar o período do Rei Momo, mas a vontade de deixar para trás todo um período ruim estabelecido a partir da queda do preço do barril de petróleo, atingindo a economia por um todo e fazendo vítimas em todos os sentidos, abria perspectivas, até que a Organização Mundial da Saúde (OM), em boletins diários mas pouco assistido pela população, alertava o surgimento do Coronavirus, mais tarde batizado de Covid-19, considerando que o surgimento se deu naquele ano e, da China, grassava para todo o mundo, quando o Carnaval era, ou foi, uma das maiores formas de transmissão de um vírus que tomou a atenção de todos os países que, ao se darem conta do perigo real, cada um tomava as providências necessárias para tentar conter o mal.

A partir daí, cônscios de que a infecção do mal passava dos limites estimados inicialmente, levaram as autoridades sanitárias de todo o mundo a dar atenção especial para o terrível Coronavirus, que avançava com rapidez, em razão da falta de cuidados elementares e que, às pressas, começaram a ser assimilados pelas pessoas, princípios básicos como lavar as mãos (sempre), utilizar álcool em gel 70%, e máscaras, além de guardar distância mínima de 1,5 metros e isolamento social para os idosos, que se tornaram as principais vítimas desse bichinho invisível que, além de provocar o caos onde chega, ainda provoca o desencontro de opiniões de governos em todo o mundo, para não dizer que o Brasil vem sendo palco do pior exemplo.

Com a paralisação das atividades comerciais e industriais, e do próprio serviço público que não teve alternativa a não ser trabalhar em home office, os parlamentares e os governos federal, estadual e municipal, passaram a administrar, cada qual à sua maneira, a situação que se tornou insuportável, ante o descaso de alguns e as aglomerações provocadas por muitos que, parece, ainda não acreditam nas medidas que devem ser adotadas para disseminar o mal.

Todos tem pressa para que essa onda acabe o mais rápido possível e, graças aos pesquisadores que pelo mundo avançaram na busca da vacina, único meio de frear a contaminação, estamos em vias de atingir não em curto, mas a médio e longo prazo, a contenção de casos para que a vida volte a normalidade, o que não acontecerá tão cedo, haja vista que, mesmo após uma vacinação na maioria da população, as pessoas deverão, por um longo tempo, a continuar atentando para as orientações de sempre lavar as mãos, usar o álcool gel, usar máscaras, evitar aglomerações e manter o distanciamento. Se é que, mesmo os mais afoitos, pretendam ver o mal distante de nossas vidas.

 

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