Terminal Portuário de Macaé - surge como peça chave para o desenvolvimento econômico de Macaé - Divulgação

O novo empreendimento fez o pedido de licença de instalação ambiental ao Instituto Estadual do Ambiente (INEA), para a construção de uma Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN), em Macaé

A diretoria do Terminal Portuário de Macaé (Tepor) tornou público o pedido de licença de instalação ambiental ao Instituto Estadual do Ambiente (INEA), através do processo nº E-07/002.30996/2020, para a construção de uma Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN), em Macaé.

O novo empreendimento tem a capacidade total de até 62,7 milhões de m³/dia, Estação de Tratamento de Água (ETA), Estação Elevatória de Água Bruta (EEAB), Adutora e 6 (seis) Gasodutos para tomada e escoamento de gás natural, estações de recebimento, entrega e medição de gás natural e Sistema de Tratamento de Água Oleosa. Além do processamento de gás natural, a unidade terá capacidade ainda para processamento de hidrocarbonetos líquidos, estações de carregamento de GLP, unidades modulares de geração de energia com motogeradores, linhas de alimentação de energia e subestação de energia, no Município.

O TEPOR – Terminal Portuário de Macaé – surge como peça chave para o desenvolvimento econômico de Macaé. Será um terminal altamente especializado, para atender com eficiência a demanda da indústria de apoio às atividades de óleo e gás, além de apresentar soluções para transportes de cargas de outros setores. Sua área onshore ocupará um total de até 6.000.000 m2, e possuirá pátios para estocagem e armazéns alfandegados. Estão incluídos em sua retroárea: Terminal de Armazenamento de Petróleo, com capacidade de armazenamento de 4,5 milhões de barris; Terminal de Armazenamento de Combustíveis, com capacidade de armazenamento de 420.000 m3; Planta de Processamento de Gás Natural (“UPGN”), com capacidade de processamento de 60 milhões m3/dia.

O porto contará com dois terminais offshore: O TERMINAL A, que consiste em um terminal de líquidos e apoio offshore, que será ligado à terra através de uma ponte de 4km e contará com 16,5 metros de profundidade. Será composto por dois berços para movimentação de líquidos, ligados por dutos a um terminal onshore de armazenamento de combustíveis, produtos químicos e outros derivados, com capacidade de armazenamento de até 420.000 m3. Contará também com um berço para recebimento de para cargas de GNL, composto por unidade flutuante de regaseificação e área reservada para implantação de tanques de armazenamento de GNL. O terminal de apoio offshore incluirá 9 berços para supplyboats. Também poderá receber navios de longo curso para movimentação de cargas gerais, além de sondas e plataformas para manutenção e descomissionamento.

O TERMINAL B, para movimentação de petróleo, com dois berços de atracação, em condições totalmente abrigadas, com profundidade natural de 27 metros, aptos a receber navios VLCC. O terminal terá capacidade para movimentação de até 2 milhões de barris de petróleo por dia. Os berços serão interligados por oleodutos ao terminal de armazenamento e blending de petróleo em terra, com capacidade de armazenamento de até 4,5 milhões de barris.

 

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