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Nupem / UFRJ sedia palestra sobre a interiorização da Universidade.

Palestra foi ministrada pelo professor Francisco Esteves e contou com a participação de representantes do Conselho de Ensino de Graduação (CEG).

Em 27/06/2013 às 10h32


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Durante o encontro o professor Francisco lembrou a história de implantação da UFRJ na cidade. Durante o encontro o professor Francisco lembrou a história de implantação da UFRJ na cidade.
A Interiorização da Universidade e a Implantação de Novos CAMPI, como parte do programa Seminários de Graduação - A Avaliação na UFRJ - foi o tema da palestra ministrada pelo professor Francisco Esteves na tarde de ontem (26), no Núcleo em Ecologia e Desenvolvimento Socioambiental de Macaé (Nupem). 

O evento contou ainda com a participação de representantes da pró-reitora de Graduação da Universidade, entre eles, a professora Ângela Rocha dos Santos, que também abordou a temática com os participantes, e de Maria Antonieta Rubio Tyrrell, superintendente geral de Atividades Fora da Sede. 

Em entrevista à equipe de reportagem do jornal O DEBATE, Francisco Esteves - pioneiro na história da UFRJ em Macaé - explicou que as atividades fizeram parte do ciclo de palestras organizadas pela pró-retoria da Universidade com o objetivo de discutir os avanços e desavanços no Programa de Interiorização da UFRJ.  

"Foi um evento muito importante, onde reuniu representantes de um dos conselhos mais importantes de graduação, o CEG - que foi o grande responsável pela reabertura de vagas para o curso de medicina do Campus Macaé para este semestre. No decorrer da palestra, busquei enfocar a interiorização da UFRJ em Macaé, onde discutimos sobre o modelo que estamos implementando no município tentando fazer a cidade pioneira com foco nas demandas dela e da região", ressaltou Esteves.  
 A superintendente geral de Atividades Fora da Sede, Maria Antonieta Rubio Tyrrell, também destacou a importância do evento. "É um momento muito importante para Macaé e para a UFRJ. Esse não é o primeiro evento na cidade com a presença do CEG / PR1 UFRJ, que na oportunidade cumpre agenda de avaliação e acompanhamento e implantação do campus Macaé - atualmente com 11 cursos. E vale lembrar ainda que é uma grande honra ter o CEG aqui (campus Macaé). Isso demonstra a importância do desenvolvimento e qualificação dos cursos oferecidos no Campus para o crescimento do município. Por isso, é fundamental que todo o corpo acadêmico participe desse tipo de atividade", disse Tyrrell. 

Após a palestra do professor Francisco Esteves, foi realizada uma reunião de Trabalho - Implantação de novos campi, interiorização e novos modelos de cursos de graduação e, em seguida, aconteceu a solenidade de encerramento. 

Ao todo, já são mais de três décadas que a tão conhecida Capital Nacional do Petróleo iniciou uma nova era na educação superior. E tudo começou com a chegada de uma das universidades mais cobiçadas do país - a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A história foi marcada com a implantação do Núcleo em Ecologia e Desenvolvimento Socioambiental (Nupem), com o curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, mas aos poucos foi ganhando vida e, atualmente, são 11 cursos de graduação, dois programas de pós-graduação e há previsão de um programa de doutorado já para o próximo ano, por meio do Campus UFRJ - Macaé Professor Aloísio Teixeira. 

Com isso, vale destacar que a UFRJ campus Macaé tem como missão prioritária alicerçar no Norte Fluminense o ensino, a pesquisa e a extensão - pilares que sustentam a universidade, favorecendo, nesta região, uma formação universitária de qualidade. Dessa forma, a universidade destina-se a completar a educação integral do estudante, preparando-o para exercer profissões de nível superior, valorizar as múltiplas formas de conhecimento e expressão, técnicas e científicas, artísticas e culturais, exercer a cidadania, refletir criticamente sobre a sociedade em que vive, participar do esforço de superação das desigualdades sociais e regionais, assumir o compromisso com a construção de uma sociedade socialmente justa, ambientalmente responsável, respeitadora da diversidade e livre de todas as formas de opressão ou discriminação de classe, gênero, etnia ou nacionalidade, lutar pela universalização da cidadania e pela consolidação da democracia e contribuir para a solidariedade nacional e internacional.

Autor: Juliane Reis - Juliane@odebateon.com.br

Foto: Kaná Manhães


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Tags: Educação Superior


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