A instituição acaba de receber do Lions Clube de Macaé a oferta de diversos eletrodomésticos, com o objetivo de transformar a doação em prêmios para uma rifa - Divulgação

A Escola Sentrinho vive um tempo nebuloso de dificuldades financeiras, lutando para dar continuidade ao seu trabalho

Às vésperas de completar 31 anos de bons serviços prestados a comunidade macaense, a Sociedade de Ensino e Terapia Macaense (SENTROM), conhecida como Escola Sentrinho, enfrenta um tempo nebuloso de dificuldades financeiras, lutando para dar continuidade ao seu trabalho. Neste sentido, em crise agravada pela pandemia, a instituição acaba de receber do Lions Clube de Macaé a oferta de diversos eletrodomésticos, com o objetivo de transformar a doação em prêmios para uma rifa.

Assim, sensibilizada com a situação da instituição, aquele tradicional clube de serviço doou ao Sentrinho uma TV, uma bicicleta e um forno microondas para promoção de uma rifa visando ajudar a Escola neste momento de pandemia.

Para participar da rifa, basta depositar R$20,00 no Banco do Brasil – Agência 0051-5 / CC 4733-3 (CNPJ do Sentrinho 31504798 0001/32) e enviar o recibo pelo WhatsApp (22-99986-1363), que será remetida de volta a cópia do carnê com o número a ser sorteado. “Sua participação é muito importante para nós. O sorteio ocorrerá no dia 28/11 pela Loteria Federal”, disse a diretora Rita de Fátima Manhães. “Em 2020, o maior dos desafios: a Pandemia. Como sobreviver, resistir e sonhar? Você com sua contribuição possível pode ser a Luz da Bênção”, frisou ela.

A diretora esclarece que toda a arrecadação da rifa será revertida para as despeesas de manutenção do Sentrinho, custos operacionais e no pagamento de pessoal. “Os alunos estamos ajudando com cestas básicas e, material de higiene doados por amigos, empresas, Ministério Público do Trabalho. Agradecemos a todos o carinho e apoio”, declarou Rita.
Merece lembrar que a escola desenvolve um trabalho de proporcionar às crianças com dificuldades neurológicas a oportunidade de superação dos seus limites.

A Escola Sentrinho nasceu em março de 1989. Decidida a superar os limites impostos por uma sociedade excludente, a historiadora Rita Manhães abriu as portas de sua casa para seis crianças com dificuldades neurológicas. A proposta era fazer uma escola cuja filosofia de trabalho estivesse baseada numa concepção integrada do ser humano e no respeito ao direito de ser diferente. Assim, surgia uma história em que educação e processo terapêutico integram-se, buscando sempre a construção do cidadão.

Neste sentido, a instituição é uma associação sem fins lucrativos mantida por parcerias com empresas privadas e órgãos públicos. A entidade vem rompendo com a visão assistencialista da educação, passando a desenvolver potencialidades a partir de uma visão integrada do ser humano. A instituição é um projeto educacional que visa a inclusão nos diversos espaços sociais. Fundamentada no respeito ao direito de ser diferente, a escola oferece aos cerca de 190 alunos com deficiência a oportunidade de construir e fortalecer suas potencialidades a partir de uma visão integrada do ser humano.

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