Itens de primeira necessidade vêm sendo vendidos com os valores acima do normal e prejudicando a população

Arroz, feijão e leite, são algumas das mercadorias com os preços elevados

 

Com os preços abusivos encontrados em alguns supermercados da cidade, realizar compras nos últimos dias em Macaé tem sido se tornado um dilema. Itens de primeira necessidade como arroz, feijão, macarrão, leite, óleo de soja, açúcar, entre outros, vêm sendo vendidos com os valores acima do normal e prejudicando a população.

Em março, logo no início do cenário pandêmico, a Procuradoria Adjunta de Proteção e Defesa do Consumidor (PROCON) esteve nos estabelecimentos a fim de coibir a abusividade dos preços

Frente à crise econômica em virtude da pandemia do novo coronavírus, o que ocasionou demissões em massa em várias regiões do país, a alta dos preços fortalece as dificuldades de inúmeras famílias neste momento delicado, como no caso da família Pinto. “Lamentável sair de casa e se deparar com o pacote de feijão custando entre R$7,00 e R$10. Isso é um absurdo aos que vivem hoje em condições financeiras precárias como a minha família. Tanta gente desempregada ou afastada dos seus serviços e os supermercados nos fazendo passar por essas situações”, diz Eliseth, dona de casa.

Itens de primeira necessidade como arroz, feijão, macarrão, leite, óleo de soja, açúcar, entre outros, vêm sendo vendidos com os valores acima do normal

Em março, logo no início do cenário pandêmico, a Procuradoria Adjunta de Proteção e Defesa do Consumidor (PROCON) esteve nos estabelecimentos a fim de coibir a abusividade dos preços em algumas mercadorias sem justificativas, entretanto, apesar da mitigação no mês seguinte, de junho para cá a população tem sentido no bolso os impactos de tal elevação.

Apesar da alta do dólar que impacta nos valores de alguns produtos e da pandemia ter causado pânico na sociedade em relação ao desabastecimento pelas prateleiras, ver essa alta nos supermercados segue gerando dor de cabeça na população.

“Passou da hora do PROCON fazer uma ronda novamente. É preciso um olhar mais humano nesse tempo de COVID-19 que, por si só, já não é fácil. Está faltando fiscalização do órgão responsável”, relata Amaro Antônio.

Vale ressaltar que, para a realização de denúncias, basta entrar em contato com o PROCON Macaé pelo e-mail procon@macae.rj.gov.br ou através do Aplicativo MacaeApp (disponível para IOS e Android).

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