Quem anda nas ruas da cidade pede por mais policiamento, principalmente à noite - Wanderley Gil

As ocorrências de delitos acontecem com frequência na área central do município

As reclamações continuam acontecendo com relação ao grande número de roubos e furtos a transeuntes ocorridos na cidade. Boa parte dos registros é feito com bastante frequência e que os assaltantes utilizam motocicletas e bicicletas para chegas as vítimas.
A maioria dos casos acontece por distração das vítimas, que geralmente são surpreendidas por trás nas abordagens criminosas. Além disso, um dos facilitadores para esses meliantes são os locais com pouca movimentação, justamente para não causar alarde e facilitar a fuga após a ação.

“Em sua grande maioria, esses crimes são cometidos por dois elementos, um dando cobertura ao outro. Quando se trata de veículos como motos e bicicletas, o carona é quem efetua a abordagem e o outro espera para fugir carregando o comparsa”, detalhou a ação criminosa, uma das vítimas que preferiu não se identificar.

Segundo dados referentes ao mês de janeiro a outubro, o Instituto de Segurança Pública (ISP), registrou 257 casos de roubos a pedestres em Macaé, e 21 assaltos a estabelecimentos comerciais. Enquanto no mesmo período do ano de 2017, o número de roubos a pedestres foi de 200 casos, ou seja, um aumento de 31%.

Quem anda pela cidade, principalmente em horários noturnos, reclama e tem medo. “Eu saio do curso às 22h e sigo até o terminal Central. O caminho, apesar de não ser muito grande, fica deserto e dá medo. Procuro sempre voltar acompanhada de algum colega, mas nem sempre isso acontece”, disse uma estudante.

Uma moradora do bairro Imbetiba contou que já foi vítima de assalto por três vezes em menos de dois anos e que o medo continua. “Mesmo a gente ficando atenta não resolve o problema, porque se passarmos por um local onde não tem muita gente na rua, não tem para onde correr, principalmente se for à noite e os comércios estiverem fechados”, declarou.

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