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Qual é o futuro dos museus no mundo pós-pandemia? Como podem engajar e ampliar seu público? Como preservar seus acervos e buscar sustentabilidade?
Pensando nessas questões, o Oi Futuro, a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (SECEC) e a empresa Coeficiente Artístico lançaram o edital do projeto HUB+, que vai selecionar 10 museus de todo o estado do Rio de Janeiro para ciclo de formação e qualificação, por meio de mentoria técnica, voltada para ampliação de acesso, inovação, dinamização, com foco em educação, acessibilidade e preservação de acervos. A iniciativa tem como objetivo fortalecer o setor de museus brasileiros, apoiando os museus fluminenses para enfrentarem os desafios no contexto da pandemia a desenvolverem novas estratégias de atuação e conexão com o público brasileiro daqui para frente. O conteúdo do processo permanecerá numa plataforma digital pública, para pesquisa de museus interessados em todo o Brasil.
Museus de todo o estado do Rio de Janeiro podem se inscrever, gratuitamente, até o dia 13 de maio  pelo site: www.projetohubmais.com.br ou pelas redes sociais do programa e canais do Oi Futuro e da SECEC do RJ.  O projeto é patrocinado pela Oi, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, através da Lei de Incentivo à Cultura.
Dados Museus:
Dados do Cadastro Fluminense de Museus (CFM), referentes às áreas de educação, preservação e acessibilidade, temáticas alinhadas com a proposta do programa HUB+, apontam que o estado do Rio possui 340 museus existentes em seu território de diferentes tipologias e administrações.
Pelo levantamento realizado de setembro a outubro de 2020, pela Superintendência de Museus da SECEC/RJ, sobre as atividades virtuais dos museus durante a pandemia, o relatório identificou que, dos 162 museus presentes na cidade do Rio de Janeiro, 71 instituições vêm atuando em programas e atividades digitais com caráter educativo cultural, o que corresponde a 43,8% dos museus. Outras 92 instituições, reduziram suas atividades nesse período, ou não desenvolveram programação virtual, o que corresponde a 56,2% dos museus.

Dados do ICOM – Conselho Internacional dos Museus no Brasil apontam que 52% das instituições estão adotando novas práticas de trabalho, combinando atividades presenciais e remotas. Ainda, segundo o estudo, 51,9% dos museus pretendem atuar no ambiente digital para se comunicar mais ativamente com seus públicos.

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