PM atua em comunidades de risco com objetivo de combater o tráfico e a violência - Wanderley Gil

PM registrou 38 homicídios nos primeiros seis meses, enquanto no mesmo período do ano passado, o número chegou a 62

Apesar da sensação de insegurança que a população macaense experimenta nos últimos dias, as estatísticas revelam que o número de homicídios cometidos no primeiro semestre deste ano diminuiu, se comparado ao mesmo período do ano passado. Até o mês de junho deste ano, foram registrados 38 assassinatos, enquanto que em 2018 foram cometidos 62 execuções, entre elas, com arma de fogo e arma branca.

De acordo com o comandante do 32º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel André Henrique Oliveira, 90% dos casos de homicídio estão associados ao tráfico de drogas. “É um tipo de acerto de contas entre os traficantes que agem no município.

Ainda de acordo com o coronel, o movimento do tráfico de drogas não cresceu nos últimos anos. “Não temos indicadores dessa situação ter aumentado. O tráfico está estático”, afirmou, complementado que o principal responsável pelo sustento do tráfico de drogas é o próprio usuário.

Para atuar em áreas de risco, a PM conta com o Grupo de Apoio Tático (GAT), que realiza incursões diariamente nas comunidades mais críticas. Para combater o crime nos bairros Malvinas, Nova Holanda e Botafogo, a PM tem que deslocar o efetivo para essa áreas, explica André. “Estamos realizando operações pontuais, mas positivas. No entanto, os resultados só podem ser sentidos a longo prazo”, finalizou.

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