Conselheiros tutelares e suplentes tomam posse nesta sexta-feira (10), no Paço Municipal, no auditório da prefeitura de Macaé - Wanderley Gil

A solenidade será realizada às 9h30, no auditório do Paço Municipal, na prefeitura de Macaé

Nesta sexta-feira (10), os 15 novos membros do Conselho Tutelar ligados ao Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDDCA) de Macaé, eleitos por meio de processo eleitoral, realizado no mês de outubro do ano passado, tomam posse de seus cargos, no auditório do Paço Municipal, na prefeitura de Macaé. Os profissionais iniciam as atividades neste mês de janeiro, nos três polos do conselho espalhado na cidade (região serrana, Imbetiba e Barra).

Eles vão atuar até o mês de dezembro de 2023, com uma carga horária semanal de 30h, com um plantão noturno (por semana) e de finais de semana e feriados. A remuneração mensal é de R$ 4.167,95.

Os membros eleitos têm a função de atuar como agentes de garantia do direito da criança e do adolescente. Eles vão trabalhar nos polos da Barra, Centro e Região Serrana.
A expectativa da coordenadora geral dos Conselhos Tutelares, Anete Souto Maior é de que essa nova gestão seja marcada pelo comprometimento dos profissionais. “É de fundamental importância que esses novos conselheiros saibam que é um trabalho árduo e que deve ser feito com muito amor”, ressaltou Anete.

Aproximadamente, sete mil eleitores de Macaé participaram da votação que elegeu os novos membros, no mês de outubro do ano passado, e por pouco o pleito quase foi cancelado diante de várias denúncias de fraudes, numeração de candidatos trocadas, boca de urna e compra de votos.

De acordo com o presidente do CMDDCA, Rafael Amorim, para chegar ao pleito, os candidatos passaram por uma fase preliminar de seleção, onde foi exigida a residência em Macaé por, pelo menos, três anos, sanidade mental e psicossocial e experiência, de no mínimo dois anos, no trato com a criança e o adolescente.

Segundo ele, houve ainda um exame, onde os candidatos foram avaliados pelos conhecimentos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a Lei Orgânica da Assistência Social (Loas) e outros conhecimentos pertinentes ao cargo e a partir de então é que os aprovados puderam chegar a esta fase da eleição, pelo voto direto.

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