MPB – A Era dos Festivais embala a animação de sexta!!!

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Noite de muita animação promete rolar no Sentrinho na sexta-feira (24) com mais uma edição do Gourmet Sentrinho – Unimed

Ao som do melhor repertório de MPB, acontece a noite desta sexta-feira (24) em ritmo de grande animação. É a super festa MPB – A Era dos Festivais, que vai rolar por conta de mais uma edição do Gourmet Sentrinho – Unimed, a partir das 21h30 nas dependências da Escola Sentrinho, garantindo uma noite de muita diversão para o público macaense.

A festa, que já se tornou tradicional, transcorrerá como uma celebração à MPB, sob a direção musical do compositor carioca Edu Kriger. A mostra leva ao palco Nina Wirtti, revivendo o áureo nascimento da MPB em músicas que mantêm sua força no imaginário brasileiro, e oferecendo uma resposta de paz e diálogo aos tempos atuais; e Marcelo Caldi, Fabiano Salek e PC Castilho, este interpretando Milton “Bituca” Nascimento, Geraldo Vandré e outros, que marcaram a Era de Ouro da MPB. A abertura do show será abrilhantada pela cantora Mariana Machado.

A venda antecipada de mesas acontece na sede da escola. Os contatos podem ser feitos pelos telefones (22) 2762-9647 / (21) 999726482 (zp). A promoção consta ainda de pista de dança. A festa garante transcorrer em clima dos mais deliciosos, proporcionando ao público macaense uma superprogramação.

Serviço:

MPB – A Era dos Festivais Sentrinho
Data: 24 de maio
Local: Escola Sentrinho – Avenida Evaldo Costa, nº 475
Horário – 21h30
Reservas de mesa: telefones WhatsApp (22) 99739-2003 (Renata ); (22) 99837-6995 (Livia); (22) 2762-9647 (Sentrinho); WhatsApp (21) 99972-6482 (Ilza).
Ingressos: R$ 30 – Individual / R$ 120 – Mesa 4 cadeiras

MPB – A Era dos Festivais Sentrinho

A festa MPB – A Era dos Festivais Sentrinho irá executar um super repertório, que consta de belas canções de Tom Jobim, Dori Caymmi, Chico Buarque, Paulinho Tapajos II, reunindo grandes estrelas da MPB num único espetáculo. O projeto celebra três anos de estrada, circulando pelos melhores teatros do Rio de Janeiro.

O espetáculo traz a união de talentos como Edu Krieger, Nina Wirtti, Marcelo Caldi, Fabiano Salek e PC Castilho. O espetáculo MPB – A Era dos Festivais celebra o repertório de ouro da Era dos Festivais, que marcaram a geração dos anos 1960, quando o país revelou talentos como Elis Regina, Chico Buarque, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Edu Lobo e vários outros.

Sucesso absoluto junto ao público do Rio de Janeiro, o evento já realizou mais de 30 apresentações desde a sua estreia em 2016, atraindo milhares de pessoas nos mais importantes teatros da cidade

Sucessos inesquecíveis

As apresentações revelam a atualidade de canções nascidas há cinco décadas e a importância da preservação desse legado, que se tornou referência matriz para toda a produção da MPB desde então. No roteiro, destacam-se sucessos como Arrastão (Edu Lobo e Vinícius de Moraes), A banda (Chico Buarque), Disparada (Geraldo Vandré e Theo de Barros), Ponteio (Edu Lobo e Capinam), Alegria, alegria (Caetano Veloso), Pra não dizer que não falei de flores (Geraldo Vandré) e Fio maravilha (Jorge Ben Jor), entre vários outros. A pesquisa de repertório levou em conta os principais festivais de música realizados nos anos 1960, exibidos pelas emissoras de tevê Excelsior, Record, Rio e Globo. Destaque para o Festival da Música Popular Brasileira e Festival Internacional da Canção.

Os arranjos são assinados por Marcelo Caldi, um dos mais reconhecidos da nova geração brasileira. O show MPB – a Era dos Festivais revela como as letras e melodias desse repertório calam fundo na alma das pessoas, pois são constituintes de uma identidade cultural.

Ao provocar emoção, também evocam diálogo – um diálogo de gerações, pois os artistas presentes no palco são filhos diretos da geração dos anos 1960. Apesar da diversidade temática das canções, é possível notar um traço comum entre os versos, os quais alude a uma espécie de devir-Brasil, um sentimento tácito de otimismo e luta por um país e uma sociedade mais democrática e igualitária.

Em seu nascedouro, a MPB embalou um sonho modernista, de unir o Brasil através de sua cultura, num franco diálogo antropofágico. O caráter político, de protesto e conscientização, também é marca do cancioneiro. Destaca-se ainda a excelência musical dos artistas do espetáculo e o envolvimento afetivo com o universo temático, além das intervenções teatrais, buscando aproximar os vários campos da arte.

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