Moradores cobram melhorias em sinalização na Granja dos Cavaleiros

População solicita o reforço na sinalização horizontal da Alameda Tenente Célio. Acidentes têm sido comuns no local

Problemas de sinalização são muitas vezes as causas de acidentes nas vias. Entre elas, está a pintura horizontal. Em Macaé, esse tipo de situação tem ocorrido em algumas localidades. Uma delas é a Alameda Tenente Célio, na Granja dos Cavaleiros.

A via tem uma grande importância, pois é uma das principais ligações do bairro com a Rodovia Amaral Peixoto (RJ-106), além de ser rota para quem quer acessar o Polo Offshore, do Novo Cavaleiros. O fluxo de veículos, entre eles os de grande portes, no local é intenso, o que aumenta ainda mais a preocupação de moradores, comerciantes e motoristas que trafegam por ali.

Essa semana, o comerciante Dirant Ferraz, que já esteve à frente da AMOGRANJA, procurou o jornal O DEBATE para reforçar esse alerta que, segundo ele, já vem sendo feito há um bom tempo.

Ele relata que dois redutores de velocidade (quebra-molas) estão sem a sinalização horizontal. “Gostaria de pedir à Secretaria de Mobilidade Urbana para que venha e refaça a pintura deles. A sinalização está gasta, impossível de ser vista. É uma ação simples, mas que vai fazer uma grande diferença”, conta.

Dirant relata que, por conta disso, os acidentes se tornaram cada vez mais comuns nesses trechos. Lembrando que a Alameda Tenente Célio também tem um histórico de colisões nos cruzamentos e até mesmo atropelamentos.

“Toda hora alguém se acidenta porque vem em uma certa velocidade e só nota o quebra-molas quando está praticamente em cima dele. Muitas vezes não dá tempo de parar. Outro dia um motociclista caiu ao tentar frear. Vinha um veículo atrás e acabou batendo. Esse, infelizmente, é só um exemplo”, diz ele, ressaltando que o problema não acontece apenas ali na Tenente Célio. “Outro dia andei pelas ruas do São Marcos e notei uns quatro nas mesmas condições. Precisamos que a manutenção seja constante para evitar esse tipo de problema”, enfatiza.

Diante das denúncias, o jornal O DEBATE entrou em contato com a prefeitura para saber quais medidas serão adotadas para resolver o problema. No entanto, até o encerramento desta edição, ela ainda não havia se pronunciado. A nossa equipe de reportagem fica à disposição, caso o poder público queira prestar esclarecimentos.

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