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Moradores do Sol Y Mar cobram mais operações da Polícia Militar para coibir ações criminosas nos bairros adjacentes

A violência nos bairros e comunidades adjacentes, denunciada em diversas matérias do Jornal O Debate, tem refletido diretamente na vida dos moradores do Sol Y Mar. Sendo este um local de passagem, o bairro tem sido alvo de muitas ocorrências, sendo a principal delas os casos de assaltos.

De acordo com um morador, que prefere não se identificar por medo de retaliações, a Avenida Evaldo Costa é o principal alvo de criminosos para cometer os roubos, principalmente no período noturno.

“Muitas pessoas utilizam o calçadão do bairro para a realização de caminhadas, práticas de exercícios físicos ou até mesmo para passear. Durante a noite, período em que se observa maior movimento, é que estão ocorrendo os roubos. Homens armados, e geralmente em motos, têm levado celulares, dinheiro e o que a pessoa tiver de valor em seu poder. É bem complicado, não pretendo correr risco”.

Os casos de roubos também já foram noticiados pelo jornal O Debate, em matérias anteriores. No entanto, segundo moradores, o problema tem se agravado e nenhuma providência tem sido tomada para impedir os frequentes assaltos na região.

Ainda de acordo com outro morador do bairro, a situação de violência está muito ligada aos casos de brigas entre facções criminosas no Novo Horizonte, bairro vizinho. Ele informou que o local tem sido alvo da disputa de traficantes por bocas de fumo, e por isso há tiroteios com bastante frequência.

Por fim, moradores informaram que a situação fica ainda mais tensa nos fins de semana. Assim como na matéria anterior, eles pedem mais patrulhamento e ações que possam coibir o tráfico nesses locais.

Para ajudar a Polícia Militar, os moradores podem enviar denúncias anônimas para os canais de comunicação que facilitam o envio de informações. Basta entrar em contato com o Disque-Denúncia da PM através do número 2765-7296, que fica à disposição da população 24 horas por dia para atender todos os chamados, e não é preciso se identificar. Além das ligações, os cidadãos também podem passar informações pelo WhatsApp, através do número 98168-2344. Ou por e-mail para: denuncie@32bpmrj.org

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