Praia do Pecado, point dos surfistas na cidade, é uma das que estão próprias para o banho - Arquivo

Macaé tem quatro praias liberadas e uma com restrição. Banho deve ser evitado nas 24 horas após as chuvas

Faltam apenas 10 dias para o início do verão. Com as temperaturas mais altas, somadas ao período de férias, a tendência é que o movimento nas praias da região aumente. Para que a diversão não se torne um problema de saúde, é importante que os banhistas estejam atentos as condições da água antes de entrar no mar.

Essa semana, o instituto Estadual do Ambiente (Inea), órgão responsável pela coleta das amostras e análise da água no litoral fluminense, divulgou o novo boletim de balneabilidade das praias de Macaé e Rio das Ostras.

Na Capital do Petróleo, estão próprias para o banho as seguintes praias: Cavaleiros, Campista, Pecado e Lagomar. A Praia de Imbetiba está liberada apenas no trecho em frente à Rua do Sacramento. Na parte situada próxima a Avenida Elias Agostinho – número 500, onde é comum encontrar banhistas, o banho deve ser evitado. A mesma restrição vale para as praias do Forte, Barra, Aeroporto (Bar do Coco) e Barreto.

Em Rio das Ostras, município que atrai muitos turistas e macaenses durante a primavera e verão, estão próprias as praias: Areia Negra, Remanso, Costa Azul e Mar do Norte. O banho deve ser evitado na Praia do Cemitério e Joana. Na Praia da Tartaruga, há restrição no trecho em frente à Rua Jequitibá, e no Centro na altura da Rua Bento Costa Junior.

Já as lagoas da região não tiveram as amostras coletadas. O último boletim divulgado foi no início de outubro. Segundo o Inea, na ocasião, as lagoas de Imboassica, em Macaé, de Carapebus e de Iriri (Coca-Cola), em Rio das Ostras, estavam todas liberadas para o banho.

Vale ressaltar que a população deve evitar o banho nos locais que tiveram os índices reprovados, já que o contato com águas contaminadas por esgoto doméstico pode expor os banhistas a bactérias, vírus e protozoários. As pessoas devem evitar também entrar na água em pontos próximos à saída da galeria de águas pluviais ou canais de drenagem.

A orientação é para que os banhistas também evitem entrar no mar, pelo menos, nas 24 horas após as chuvas. Segundo o órgão, tais mudanças climáticas podem interferir na qualidade da água. Em todo o estado, as praias são classificadas em três categorias: intensiva, moderada e baixa, definidas de acordo com a frequência. Como forma de critério são avaliados os seguintes itens: presença de banhistas e o tempo de permanência deles no local ao longo do ano.

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