Condomínio Brisa do Vale, na Estrada do Imburo. Foto Eu, Leitor o Repórter

Em clima de revolta e desespero vivem os moradores do Condomínio Residencial Brisa do Vale, na Estrada do Imburo, que continuam com as torneiras secas, numa terrível situação de falta d’água. O fato vem ocorrendo há meses, e sem nenhuma justificativa da Cedae.

O morador Everton Tassi conta que mora no condomínio há cinco e desde início sofre com a escassez, mas que agora o problema agravou-se muito. “Agora a situação tornou-se uma agonia. Nós já tínhamos um problema crônico de água, mas após a chegada das novas bombas, a Cedae prometeu que o abastecimento seria dia sim e dia não, mas isto não acontece e sim de quatro em quatro dias, mas em quantidade insuficiente para abastecer todas as casas”. informou o morador.

Everton conta que um porta-voz da Cedae, que trabalha na manutenção, disse que a manobra está sendo feita, porém a água não chega corretamente por má gestão da Cedae, ligações clandestinas ao longo do percurso, onde diversas vezes, os moradores já denunciaram e a Cedae não cumpriu com a obrigação de fiscalizar as moradias.
E o pior é que a Cedae envia mensalmente a conta de água e a maioria dos moradores acabam tendo que comprar caminhão pipa, para abastecer as suas caixas. “ Está difícil, pois esta situação de pagar água da Cedae e também caminhão pipa acaba comprometendo o nosso, pois a companhia envia a conta todo mês”, disse.

“Precisamos que a Cedae e os gestores dela em Macaé venham informar o que está acontecendo e dar uma posição quanto a solução do problema”, declarou Everton.

De fato, o Residencial Brisa do Vale abriga 913 família, e a situação se agrava ainda mais neste cenário de pandemia da COVID-19, que inspira múltiplos cuidados, e a higienização é primordial no enfrentamento à disseminação do vírus.

Esta semana, a equipe deste jornal ligou insistentemente para dois números, um telefone fixo (2791-5657), que não responde. Também os profissionais ligaram com insistência para outro telefone com Whatsapp, de uma funcionário graduado da Cedae, deixando inclusive mensagens de texto e áudios, mas não da mesma forma ninguém atendeu.

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