A morosidade do serviço acaba prejudicando trabalhadores da cidade - Divulgação

Implantadas para testes epidemiológicos, morosidade nos serviços das barreiras sanitárias continuam atrapalhando em Macaé

Visando a realização dos testes epidemiológicos na população e em quem tenta entrar e sair do município, as blitzen sanitárias foram implantadas com o objetivo de flexibilizar os serviços, visto que isso acontece sem que as pessoas saiam dos seus veículos, porém, os engarrafamentos seguem diariamente.

Na Barra, bairro com grande fluxo de pessoas e veículos, de segunda-feira a sexta-feira os engarrafamentos duram até 2h, causando dor de cabeça aos que tentam atravessar a cidade por diversas questões.

“Ontem fiquei presa na Barra por 1h35, contando no relógio. Nas barreiras a gente precisava sair do veículo para o teste epidemiológico, hoje, com as blitzen, apesar da ideia ser ótima, já que realizam a testagem conosco dentro do mesmo, algo ainda precisa ser feito. A barreira na Ponte da Barra não foi eficaz e não faz sentido. Todo dia é esse caos”, disse Lúcia Aguiar.

Instaladas inicialmente em diferentes pontos que dão acesso à Macaé, como RJ-168, Parque Aeroporto, Parque de Tubos e Cabiúnas, nas últimas semanas a Ponte da Barra e a Linha Azul também passaram a contar com os agentes em saúde e vigilância fazendo a fiscalização.

Instituídas pelo prefeito de Macaé, Dr. Aluízio e, em funcionamento desde o dia 23 de março, as barreiras sanitárias foram uma das medidas para conter a disseminação do vírus na cidade e cooperando com a saúde e o bem-estar da população.

Vale pontuar que em coletiva de imprensa realizada na última segunda-feira (18), o prefeito informou que 216 mil pessoas já passaram pelas barreiras sanitárias.

“Tem dias que dá para dormir dentro do carro na Rodovia Amaral por conta da demora. Isso é desrespeitoso demais com os nossos compromissos diários”, pontua Marcelo Borges.

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