Os espetáculos ‘Chapeuzinho Vermelho’ e ‘Minha Sogra é Um Pitbull’ prometem movimentar o Teatro Municipal de Macaé, às 17h e às 20h, respectivamente

O público macaense já entra no clima para curtir dois espetáculos de primeira linha. É o Teatro Municipal de Macaé que agita este sábado (9), primeiro com a peça infantil ‘Chapeuzinho Vermelho’ a partir das 17h; e logo depois, às 20h, entra em cartaz a super comédia, ‘Minha Sogra é Um Pitbull’, ambos prometendo muita diversão para a plateia. A classificação etária do infantil é livre e para a peça adulta é de 16 anos, numa realização de Sandro Faz Produções.

Escrita por Cláudio Ramos, a peça tem no elenco o autor que contracena com a atriz Cláudia Mury, que é de Cabo Frio. Os ingressos podem ser adquiridos na Bilheretia do Teatro pelo valor antecipado de R$ 20 (inteira).

O espetáculo ‘Minha Sogra é Um Pitbull’ promete arrancar muitas gargalhadas do público, já que tem como ponto de partida a exposição de tipos e situações com os quais a plateia se identifica. No elenco, Cláudia Mury e Cláudio Ramos, que interpreta simultaneamente o genro e a sogra. Situações cotidianas do casal, colocadas no palco em tom de comédia nonsense, fazem com que a platéia se identifique e compare sogras reais e imaginárias. Gargalhadas garantidas

Serviço: espetáculos ‘Chapeuzinho Vermelho’ e ‘Minha Sogra é Um Pitbull’
Dia: 9 de setembro
Horário: às 17 e às 20h, respectivamente
Local: Teatro Municipal – Avenida Rui Barbosa nº 780 – Centro – Macaé

‘Chapeuzinho Vermelho’

Baseada no clássico infantil, e como todos os contos, ‘Chapeuzinho Vermelho – Uma comédia Musical’ é uma história cheia de aventuras. Ela leva doces até a casa da vovó, contrariando sua mãe, fala com estranhos e vai pela estrada fazendo o oposto do que sua mãe havia pedido. No caminho encontra uma nova amiga, a borboleta Tata. Juntas elas seguem para casa da vovó, mas eis que de repente dá de cara com o lobo. Ele engana as duas e chega na casa da vovó primeiro, escondendo-a no armário, e espera a chapeuzinho para matar sua fome, mas com a intervenção do caçador e da borboleta, a chapeuzinho se envolverá numa grande confusão.

Com músicas criadas especialmente para o espetáculo, de forma a atrair a participação de crianças e adultos, tendo até participação de uma árvore falante, que canta e sapateia sobre a preservação do meio ambiente. Por este motivo Chapeuzinho Vermelho se diferencia das outras montagens como um espetáculo divertido e envolvente.

Ficha técnica de ‘Chapeuzinho Vermelho’

Adaptação: Priscilla Paixão
Direção: Victor Hugo Santiago
Músicas: Tony Lucchesi
Arranjos: Felipe Barão
Coreógrafa: Joyce Camassutti
Figurinos: Paulo Kandura
Administração: Aderlite Paixão
Iluminação: Renato Martins
Fotógrafo: Guilherme Serrano
Produção executiva e divulgação: Victor Hugo Santiago
Produção: Paixão Diversão
Elenco: Thalya Cavaliere (Chapeuzinho Vermelho), Jenny Rodrigues (Borboleta Tata), Stéphanie Rodrigues (Senhora, Árvore e Vovó), Gustavo Santos (Lobo), Jairo Santos (Biólogo), e Luciana Jacintho (Mãe).

‘Minha Sogra é Um Pitbull’

O espetáculo Minha Sogra é Um Pitbull mergulha no universo da comédia de costumes, que tem como ponto de partida a exposição de tipos e situações com os quais a plateia se identifica. No elenco, Cláudia Mury e Cláudio Ramos, que interpreta simultaneamente o genro e a sogra. O espetáculo vai do humor inocente ao besteirol.
Situações cotidianas do casal, colocadas no palco em tom de comédia nonsense, fazem com que a plateia se identifique e compare sogras reais e imaginárias. Gargalhadas garantidas.
Enquanto Cláudia interpreta esposa e filha em diferentes etapas da vida da personagem, Cláudio Ramos se desdobra ao viver no palco genro e sogra numa comédia rica em referências ao cotidiano desta personagem folclórica. A sogra está no imaginário popular, faz parte de casos e piadas.

Detalhes do espetáculo

Há 14 anos, o ator Cláudio Ramos roda por cidades mineiras, além de Niterói e Cabo Frio, sempre com lotações esgotadas. A personagem caiu no gosto do público. Por dois anos seguidos 2010 e 2011, a comédia ficou em segundo lugar na preferência e quantidade de público na Campanha de Popularização do Teatro em Juiz de Fora/MG. Cumpriu turnê vitoriosa pelo sul do Brasil, passando pelas cidades de Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Sapiranga, Canela, Rio Grande e Pelotas, em algumas cidades foi preciso fazer sessão extra, tudo com apoio da RBS (afiliada da Rede Globo.)

Flashback – Sozinho em casa, ouvindo futebol no rádio, Waldemar recebe um telefonema dizendo que sua sogra está mal no hospital. Ele não sabe se comemora o gol do seu time ou a notícia recebida. Ao dar entrada no hospital, a sogra proporciona um verdadeiro flashback num casal que festeja 15 anos de matrimônio. Waldemar e Amélia lembram a interferência da personagem em momentos de comédia rasgada.

Conquistador inveterado, Waldemar conhece Amélia, típica adolescente “assanhada”, num baile de carnaval. É paixão fulminante. Para desespero de Dona Perpétua, mãe de Amélia, o namoro vira uma obsessão, “um grude”. Religiosa, ela não é conivente com a agarração do casal. Quando pensa em acabar com o namoro da filha é tarde demais: Amélia engravida e para desespero de Dona Perpétua o casamento está marcado.

Dona Perpétua não aceita Waldemar como genro e trava uma batalha incessante contra ele. Faz de tudo para que Amélia se separe “daquele traste”. Só que Waldemar vira marido dedicado, fiel e completamente apaixonado pela mulher e pelos filhos. Aí é Amélia que surpreende ao questionar a pasmaceira em que se transformou a vida do casal.
“Interpretar Waldemar e Dona Perpétua ao mesmo tempo é um tremendo desafio. São personagens totalmente contrastantes. Durante o espetáculo troco de caracterização em tempo mínimo, preciso estar muito concentrado. Dona Perpétua não leva desaforo pra casa, fala o que pensa, doa a quem doer”, garante Cláudio.

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