Prefeitura de Macaé - Arquivo

Ninguém tem dúvidas de que o poder deve e tem de ser dividido entre os melhores para as funções a serem exercidas e, também, para acomodar uma enorme militância que acompanha o político desde o início de sua trajetória, pode ser de sucesso, ou não. O desafio de administrar uma prefeitura com um orçamento bilionário só faz crescer as expectativas de querer saber como vai ser dividido o bolo, e ter o cuidado de não deixar que os ingredientes esfarelem e não deixe a estrutura de pé. Ao realizar sua campanha para a prefeitura, enfrentando como sabia que iria enfrentar, todos os obstáculos para transpor e atingir o objetivo, no meio político tem situações que o candidato deve “engolir sapo” e ter a certeza de que saberá descartar qualquer peça que, por acaso, não esteja “dançando conforme a música”. Não muito afeito ao marketing midiático, o prefeito Welberth Rezende, sem alarde, vem costurando a escolha de sua equipe iniciando com a escolha do advogado Fabiano Paschoal, atual presidente da 15ª Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil, para comandar a Procuradoria Geral do Município. A partir daí, a costura vai se estendendo com os nomes de Dr. Eduardo Cardoso que pretende fazer o filho vereador Thales Coutinho presidente da Câmara Municipal, trazendo pelo menos três nomes desconhecidos dos macaenses, inclusive um ex-candidato de Nova Friburgo para ocupar a Secretaria Adjunta de Serviços Públicos. Bem, até que ele complete a lista – não são poucos os cargos – a pressão vai aumentando e tomara que ele cuide bem da gestão, para isso, tendo aceitado a indicação de Dr. Aluízio para a ocupação da Secretaria de Saúde, a fim de manter os rigores dos decretos no combate ao Covid-19. A divisão está feita, vamos aguardar a divulgação dos nomes oficialmente, para ver se estará tudo bem ajustado na divisão.

Saudosismo?

Até que ponto um município pode conviver sem que a sua cultura tradicional seja lembrada, e contada em prosa e verso? Afinal, os personagens importantes na história da cidade, incluindo aí até figuras populares, tem caído no esquecimento e, há pelo menos 10 anos, parece que a história começou a cair no esquecimento e esse traço melancólico tem sido observado, principalmente pelos mais antigos, que ainda conhecem a história. Uma pessoa que jamais poderia continuar no esquecimento foi o ex-professor e historiador Antonio Alvarez Parada, que igual ao líder político macaense de todos os tempos que chegou a presidir a Alerj, Claudio Moacyr, merecem até um busto a ser erguido, em algum ponto de uma instituição como a Fundação Educacional Luiz Reid ou mesmo em praça pública. “Macaé está ficando uma cidade sem memória”, lembra o advogado Ronaldo Tanos Madeira, hábil nas suas observações, sempre perpetuando nas suas crônicas e causos, figuras lendárias antigas, como na história recente dos últimos 50 anos. O município de Macaé que em 2013 completou 200 anos, não teve nenhum marco para celebrar a data, tão esperada pelos macaenses, igual aconteceu quando atingiu 100 anos e está na Praça Veríssimo de Melo um monumento. Afinal, o prefeito esqueceu de marcar a data, o tempo foi passando, passou e as mudanças esperadas não vieram, a não ser esta, a de deixar tudo cair no esquecimento. Também a Câmara Municipal que criou lá nos idos 70 a Medalha de Macaense Ausente, honraria para homenagear os macaenses que saíram desta terra e alcançaram a glória não só no país como no exterior, ficou esquecida. A Irmã Suraya Benjamin Chaloub, que recebeu a honraria, acaba de deixar este mundo aos 88 anos. Tomara que seu nome ganhe destaque numa praça ou rua de algum bairro da cidade, para ser lembrada. Enfim, de saudade e história também se vive.

 

PONTADAS

Já se tem como certos 13 votos para eleger o vereador eleito Thales Coutinho, filho do vereador Eduardo Cardoso, para presidir a Câmara Municipal, no biênio que começa dia 1º de janeiro, quando se inicia a nova legislatura. A não ser que ocorra alguma surpresa, o que de vez em quando acontece, a eleição de Thales é pule de 10 e apenas quatro vereadores preferiram ficar contra.

 

O avanço da Covid e a forte campanha em todos os espaços orientando o isolamento com o “Fique em Casa”, parece que levou o Natal a ser celebrado em família, sem aglomerações. Com isso, caiu o número de infectados e as vagas em UTI aumentaram. Espera-se que mantidas todas as medidas severas para o réveillon, diminua ainda mais o número de doentes, até que a vacina chegue.

 

Com o retiro das pessoas e também o “sumiço” dos militantes políticos, após a campanha, até o prefeito eleito Welberth Rezende consegue ter tempo para o exercício físico, fazendo caminhadas de até 10 km, a fim de recuperar totalmente a saúde que vai exigir desafios a partir do dia 1º de janeiro. Com a posse e nomeação dos secretários e assessores começa uma nova maratona.

 

Até domingo.

1 COMENTÁRIO

  1. Sem esperanças para Macaé, o município ainda está subdesenvolvido porque quer, porque se vende por pouca merda, além de progressista, já teve oportunidade de fazer algo pelo município no cargo de vereador e deputado e nada fez, agora vem querendo enganar bobos, infelizmente o macaense tem o mérito de ficar 2 horas no ponto esperando o ônibus, também meresse esperar 1 ano para conseguir um exame no dona Alba, Macaé desperta, até quando vamos ficar nesse xiqueiro, sou macaense mais infelizmente nossa cidade tá uma zona, e essa história de novos secretários e tudo balela, desde quando RIZETE da secretária de pesca é nova secretária, ela quem fica por trás de JÚNIOR ABACAXI que analfabeto nem sabe escrever, um analfabeto, agora os planos de Welbert é botar ele para administrar o barracão, e os vereadores que estavam juntos com Welbert, nem vou falar, CESINHA COM TODO GÁS comprando votos no Parque Aeroporto, no depósito de bebidas dos amigos, e o ALAN MANSUR mais picareta ainda, comprando votos com cestas básicas, botando seu motorista MARCOS ANTÔNIO para entregar nas comunidades em um veículo do modelo cobalt, e o TICO JARDIM usando a igreja assembléia de Deus do ministério de Madureira para fazer campanha, que vergonha sujando o nome do evangelho, e o culpado disso não é esses safados não o culpado é o eleitor que se vende por bobeira, Macaense gosta da sacanagem, então aguenta a vara seca por quatro anos!

    ALÔ POVO MACAENSE, SEM MORAL PARA RECLAMAR DA PRÓXIMA GESTÃO, AGUENTA JEBA CALADOS!

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