A onda de “decisões bondosas” do Supremo Tribunal Federal em favor do ex-presidente Lula podem ter um indesejado, mas previsível, efeito colateral.

Muitos condenados na Lava Jato já preparam suas alegações para tentar reverter condenações por corrupção, lavagem de dinheiro e outros crimes.

É o caso do ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha. A defesa do ex-deputado pediu ao STF que seja declarada a suspeição do ex-juiz Sergio Moro também nos casos relacionados a ele. A informação foi publicada pelo jornal A Tarde.

Segundo a publicação, os advogados de Cunha argumentam junto ao STF que conversas indicam conluio entre Moro e os procuradores da Lava Jato em processos da 13ª Vara Federal de Curitiba, da qual Moro era titular.

Em 30 de março de 2017, Eduardo Cunha foi condenado, no âmbito da Operação Lava Jato, pelo juiz Sergio Moro, a 15 anos e 4 meses de reclusão pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas, decisão confirmada pelo TRF4.

No dia 9 de setembro de 2020, foi condenado pela segundo vez na Lava Jato a uma pena de 15 anos e 11 meses de reclusão pelos crimes de corrupção passiva e de lavagem de dinheiro.

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