Tão logo passou o período do Natal, quando todos deveriam seguir as orientações das autoridades para manter o distanciamento e fazer o isolamento, evitando as aglomerações e em consequência diminuir o número de infectados pelo coronavírus, parece que a receita não foi bem assimilada e o que se viu, foram cenas consideradas insensatas pela desobediência as orientações.

O réveillon, também motivo de festas e fim de semana prolongado, achando que o mal havia sido retido, trataram as pessoas de programar viagens para curtir a chegada do novo ano, enquanto no mundo político, a festa da democracia com os eleitos, foi tempo de posse nos cargos, e espera-se, novas medidas sejam adotadas para o contínuo trabalho de barrar a Covid, que os cientistas não estão cansando de afirmar que, não é apenas um vírus, mas muitos vírus e também tornando-se uma doença que deve ser combatida, mesmo com as vacinas, pela mutação do Corona.

Mas os resultados surpreenderam até as autoridades porque, enquanto em todo o mundo, muitos países decretaram o lockdown até 10 de janeiro para conter a doença, ainda se observa alguns empresários obstinados pela ganância, dispostos a correr riscos mantendo as atividades e levando os trabalhadores a enfrentar este momento pandêmico, correndo riscos e ampliando a possibilidade de aumentar a infecção, como vem ocorrendo em alguns estados, a ponto de os números mostrarem que no sétimo dia de janeiro as mortes começaram a ultrapassar a 200 mil vítimas.

Os meios de informação, incluídos aí jornais, revistas, emissoras de rádio e tv, além das redes sociais, por sinal, a mais dinâmica, quando se excetua as fake news, não cansam de abrir espaços para orientar as pessoas, ouvindo cientistas do mundo todo e adotando medidas para ver longe esta doença com os cuidados necessários.

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