Deputado federal Christino Áureo (PP-RJ), presidente da Frente Parlamentar para o Desenvolvimento Sustentável do Petróleo e Energias Renováveis (FREPER) - Divulgação

Com a ação da estatal, abre-se uma nova oportunidade de injeção de recursos na Região Norte-Fluminense

A decisão da Petrobras de acelerar a venda de seus chamados campos maduros, aqueles que, após atingirem o pico de produção, aproximam-se do fim de suas vidas produtivas, poderá abrir importante janela de oportunidades no Norte-Fluminense. Com a medida adotada pela estatal, empresas de pequeno e médio porte poderão investir cerca de R$ 11 bilhões na região, estimulando a industrialização e abertura de postos de trabalho.

Para o deputado federal Christino Áureo (PP-RJ), presidente da Frente Parlamentar para o Desenvolvimento Sustentável do Petróleo e Energias Renováveis (FREPER), é mais uma chance de o Estado do Rio e de municípios produtores de petróleo estimularem a indústria e alavancarem o desenvolvimento.

– É uma excelente notícia que nos chega. É muito importante entender que, quando a Petrobras se coloca na posição de mostrar essas oportunidades ao mercado, estamos falando da possibilidade de grandes investimentos, vindos de empresas de menor porte. Isso significa que, na região Norte Fluminense, onde se concentra a maior parte desses campos, será dada uma nova chance com esses recursos – comenta Christino Áureo.

De acordo com o deputado, com a venda dos campos maduros por parte da Petrobras, o Brasil poderá assistir a um aumento no número de empresas e empregos, beneficiando diretamente a população, especialmente as que vivem nas cidades produtoras.

– A Petrobras, de fato, já não investia nesses campos havia muito tempo. A chegada de empresas de médio e pequeno porte vai revolucionar completamente os serviços e a entrada de novas possibilidades de exploração. Para se ter uma ideia, nos Estados Unidos são quase 10 mil produtores. É claro que lá a legislação é diferente, porque quem é dono do subsolo também tem direito de explorar. Mas, no Brasil, mesmo com o fim do monopólio no final nos anos 90, até hoje, pouco mais de 70 empresas estão no ambiente de exploração e produção. Com essa perspectiva de abertura, isso vai avançar muito.

Crescimento do setor

Christino Áureo reforça o quanto será primordial para o Estado do Rio de Janeiro os investimentos de empresas de menor porte nos campos maduros. Ele ressalta que o segmento de petróleo e gás poderá dar um salto importante tanto em investidores, quanto vagas.

– Quanto mais empresas existirem no setor de óleo e gás, expandindo essa condição que vem desde a quebra do monopólio, mais possibilidades nós teremos de ver, também nesse mercado, uma oportunidade de empregos mais numerosos e de qualidade. Portanto, é uma grande notícia essa oferta permanente, esse avanço no segmento. Tenho certeza de que vai ser, para o futuro, uma grande chance do nosso estado – conclui o deputado.

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