A festa, que já se tornou tradicional, vai rolar ao Som da Banda Flashback, prometendo um delicioso repertório, contando com a participação de instrumentistas de Macaé

Noite de muita animação promete rolar no Sentrinho, na sexta-feira (13), com mais uma edição do Gourmet Sentrinho – Unimed

O romantismo e o clima dos anos 70 estão de volta. Pelo menos esta é a proposta do projeto Gourmet Sentrinho – Unimed, que promove o incrementado Baile Anos 70. O agito acontece nesta sexta-feira (13), garantindo um ambiente de grande animação e muita diversão para o público macaense, a partir das 21h30, nas dependências da Escola Sentrinho.

A festa, que já se tornou tradicional, vai rolar ao Som da Banda Flashback, prometendo um delicioso repertório, contando com a participação de instrumentistas de Macaé. Na oportunidade, haverá concurso do melhor traje dos Anos 70/80/90. E nos intervalos, quem vai comandar a pista é o DJ Alex Ferreira.

As diretoras do Sentrinho, Rita de Fátima Manhães Barreto e Renata Monteiro Jaber, informam que a venda antecipada de mesas acontece na sede da escola. Os contatos podem ser feitos pelos telefones (22) 2762-9647 / (21) 999726482 (zp). A promoção consta ainda de pista de dança.

Serviço

Baile Anos 70 do Sentrinho com show da Banda Flashback
Data: 13 de setembro
Horário: 21h30
Convites: Individual: R$ 30 / Mesa 4 cadeiras: R$ 120
Reservas de Mesas: (22) 2762 9647

Flashback

Banda local, a Flashback é formada por músicos que viveram as décadas de 70/80/90, tocando nos Bailes em clubes da época, em toda região. São eles: Piá Lopes (voz); Maurício Libardi (teclados); Eduardo Bruno (sax); Wenderson Corrêa (baixo); Roberto Valcacio (bateria); e Celinho Lima ( guitarra).

Baile dos Anos 70

Nesta edição do Gourmet Sentrinho – Unimed, o Baile Anos 70, que já se tornou tradicional, traz a proposta de resgatar as festas dos anos 70, agradando em cheio todos aqueles que curtiram e viveram essa época. Apesar de ser uma festa com o público-alvo entre os 40 e 70 anos, muitos jovens por volta dos 25 anos também frequentam as festas, já que o público mais novo ama. Inclusive, tem pais que levam os filhos para conhecerem o que tocava na época deles, sendo um ambiente tranquilo e destinado a quem curte dançar.

Com o passar dos anos a festa atraiu cada vez mais pessoas e, por este motivo, o Sentrinho todo ano faz uma edição do evento. Apesar de não ser uma obrigação, alguns participantes também preferem usar fantasias que lembram a época. Tem Elvis Presley, Michael Jackson, Cindy Lauper. Eles adoram ir fantasiados, motivo pelo qual fazemos um concurso todo ano do melhor traje dos Anos 70/80/90.

O divulgador do evento, Edson Dias Assis, ressalta que “é incrível como a nossa geração, em pleno século 21, parece ter uma verdadeira paixão por essa década tão marcante na história do mundo. Todo mundo tinha uma resposta na ponta da língua: liberdade sexual, movimentos sociais organizados, aquela música, aquele grupo, copa do mundo. Enfim, tudo o que o imaginário de quem não viveu a juventude exatamente naqueles anos, mas que mesmo assim parece ter saudade, pode trazer à tona pelo que vemos e ouvimos falar por aí”, frisou ele.

Gourmet Sentrinho – Unimed

Com edições mensais, o programa reúne música e gastronomia, integrando alunos, equipe e a comunidade. As edições anteriores registraram um estrondoso sucesso, apresentando bandas e chefs de cozinha dos mais destacados.

“O projeto cultural Gourmet Musical é um momento muito especial que reúne amigos no nosso pátio, onde a alegria, a solidariedade, o carinho nos fazem acreditar que vale a pena sonhar e lutar”, frisou a diretora Rita.

Década de 70 no Brasil

No Brasil, destaque para os trabalhos de O Terço, Som Nosso de Cada Dia, A Barca do Sol, Rita Lee & Tutti Frutti, Casa das Máquinas e Sagrado Coração da Terra. A banda baiana Doces bárbaros, idealizada por Maria Bethania, Gilberto Gil, Gal Costa e Caetano Veloso. Não esquecendo do movimento dos novos baianos que marcou o movimento da contra cultura no Brasil durante o regime militar.

A discoteque e o pop dançante serviram de base para uma geração de ídolos populares tidos como “cafonas”, “exuberantes” e até “pornográficos” (Sidney Magal, Gretchen, As Patotinhas, Harmony Cats, Dudu França). Explorando outros universos da música brasileira, surgia uma nova geração influenciada pelos consagrados nos festivais da década anterior, como Belchior, Gonzaguinha, Djavan e Ivan Lins.

A música sertaneja e o samba viviam momentos de desgaste, sendo que a primeira alcançava êxito apenas nas áreas rurais e o segundo nos subúrbios. Em compensação, aparecem rádios e programas de TV dedicados exclusivamente e esses gêneros.

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