Com aterro sanitário interditado pelo Inea, população pode sofrer com falta de coleta de lixo na cidade - Reprodução/TV Record 

Inea constatou vazamento de chorume in natura e o lençol freático foi exposto contaminação

Após nova visita e constatação de vazamento de chorume in natura e adulteração de informações do transbordo de materiais, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) interditou, na quinta-feira (6), o aterro sanitário de Rio das Ostras.

Segundo o órgão fiscalizador, o lençol freático do local foi exposto a contaminação. Em fevereiro deste ano, o Inea notificou a prefeitura de Rio das Ostras devido a constatação de vazamento de chorume que atingiu o solo do aterro sanitário, solicitando que o poder público adotasse medidas de mitigação necessárias, devidamente acompanhadas pelo instituto.

Na ocasião, o órgão ressaltou que o aterro sanitário possuía licença de operação dentro do prazo de validade, porém, caso a prefeitura não cumprisse com a adequação emitida, o local poderia ser interditado.

Por meio de nota, a prefeitura de Rio das Ostras confirmou a interdição do aterro e informou que a Secretaria de Agricultura, Meio Ambiente e Pesca está aguardando a notificação oficial para saber quais adequações devem ser feitas. A administração municipal afirmou que se compromete a tomar todas as medidas necessárias para que o aterro seja reaberto o mais rápido possível.

Ainda de acordo com o município, a previsão é de que o lixo recolhido na cidade seja levado para o aterro sanitário de Macaé, onde serão realizados os descartes dos resíduos. A população deve ficar atenta na hora de descartar o lixo doméstico, pois com a interdição, o recolhimento poderá ser afetado.

O aterro sanitário de Rio das Ostras recebia cerca de 190 mil toneladas de lixo doméstico por dia.

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