A ACIM e demais instituições empresariais de Macaé discutiram junto ao governo municipal a definição de um protocolo para reabertura de atividades comerciais a partir de novo decreto que permita a liberação das lojas de rua, prestadores de serviços, rede hoteleira, polo da gastronomia, além de bares e restaurantes.

A flexibilização dessas atividades foi discutida pela Associação e instituições durante reunião virtual com o prefeito Welberth Rezende e o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Rodrigo Vianna.
O governo propôs avaliar o pedido de acordo com dados epidemiológicos que indiquem uma nova variação da taxa de contágio da COVID-19 no município. Segundo o prefeito, números registrados pelo Centro de Triagem do Paciente do Coronavírus (CTC) já apontam uma diminuição de novas pessoas infectadas, o que abre a perspectiva de redução das medidas de restrições na cidade.
No encontro, o presidente da ACIM, Olavo Pinheiro Júnior, defendeu também a criação de medidas tributárias e auxílios financeiros para ajudar o comércio a recuperar o fôlego, diante do impacto ocasionado pelo decreto em vigor.
“O comerciante já acumula o prejuízo gerado pela pandemia no ano passado. Muitos já não conseguem honrar com seus compromissos e manter o emprego dos seus funcionários. Toda ajuda do governo é válida, especialmente o esforço de reabrir os estabelecimentos dentro dos protocolos sanitários que já seguimos”, defendeu Olavo.
A ACIM e as instituições reforçaram o compromisso de adotar todas as medidas de proteção aos funcionários e aos clientes, dentro dos protocolos sanitários, para evitar a disseminação da COVID-19.
Na quarta-feira (7), o governo e as instituições voltam a se reunir para avançar na construção do protocolo de flexibilização do comércio.

 

2 COMENTÁRIOS

  1. O Lockdown é um mal necessário para aliviar os leitos hospitalares dedicados ao combate do Covid-19. Gerencialmente poderia ser um ganha-ganha ou talvez um perde-perde. Por exemplo: das 9:00 às 11:00 somente para idosos acima de 55 ou 60 anos e das 11:00 às 18:00 geral mas seguindo todos os protocolos como evitar aglomerações, etc. Todos que foram Rui Barbosa sábado viram a bagunça que estava para entrar nas Lojas Americanas. Isto não pode ocorrer. Nestes casos a restrição deveria ser das 9:00 às 12:00 para idosos.

  2. É uma situação complicadíssima. Por um lado, a pandemia está a todo vapor e o município tem poucos leitos disponíveis, portanto, está a beira de um colapso. Por outro, o comércio precisa do dinheiro. Mas uma coisa é certa, do jeito que estava funcionando antes não tem como. Por um pote de álcool gel na entrada e um cartaz mandando usar máscara (coisa que muitos clientes e alguns funcionários não fazem) e chamar isso de seguir “todos os protocolos de segurança” não existe. Os comerciantes deixavam a bagunça acontecer dentro de seus estabelecimentos. Agora a situação está assim. Mas são coisas do mercado, é necessário ter caixa para aguentar situações extremas como essa. Infelizmente, o pequeno empresário não costuma ter.

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