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Projeção de R$ 142 milhões em negócios anima fornecedores

Rodada abre previsão de oferta de produtos e serviços entre empresas locais e âncoras offshore

Em 24/06/2017 às 13h31


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Na nona edição da Brasil Offshore, 154 empresas participaram da Rodada de Negócios Na nona edição da Brasil Offshore, 154 empresas participaram da Rodada de Negócios
Com a participação de 154 empresas, sendo 17 âncoras do mercado de óleo e gás, a Rodada de Negócios realizada na quarta-feira (21) e na quinta-feira (22), durante a Brasil Offshore criou uma projeção de cerca de R$ 142 milhões em demandas por produtos e serviços que serão ofertados por empresas que integram a cadeia de óleo e gás de Macaé e da região.

Coordenada pelo Sebrae, a Rodada de Negócios contou também com a integração do Sistema Firjan e do Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), que ajudaram a credenciar o evento como uma oportunidade efetiva para empresas locais terem acesso à política de compras de gigantes do petróleo.

Na nona edição da Brasil Offshore, a Rodada foi realizada dentro do pavilhão de expositores e isso contribuiu para que as empresas interessadas em participar da feira, pudessem estar presente nos dois principais ambientes proporcionados pelo evento.

A projeção é que, com a consolidação desses contratos, cerca de R$ 142 milhões poderão ser injetados, não apenas em Macaé, mas nos municípios da região.
E com a oferta de produtos e serviços, há a perspectiva de que novas contratações de profissionais possam ser efetivadas durante os próximos meses.

Na Brasil Offshore, a Rodada de Negócios se integra ao pavilhão de expositores, criando assim dois ambientes distintos para o encontro entre empresas da cadeia de fornecedores, assim como de representantes de companhias gigantes do mercado de óleo e gás.

Segundo o Sebrae, neste ano as âncoras que participaram da Rodada foram: Air Liquide, Alphatec, Baker Hughes, BW Offshore, Estaleiro Mauá, Forship, Huisman, NUCLEP, Petrobras UO-BC, Porto do Açu, Queiroz Galvão, Shell, Sotreq, Subsea7, TechnipFMC, Transpetro e Tridimensional.

Neste ano, o Sebrae promoveu também dois dias de sessão de negócios, que envolveram empresas que pertencem ao polo offshore da região.

Para Gilberto Soares, economista e coordenador regional do Sebrae/RJ no Norte Fluminense, o resultado é expressivo e demonstra a retomada de investimentos no segmento de Óleo e Gás. 

"Mesmo com toda a crise, o segmento do Petróleo continua pujante e é o principal motor para o crescimento do mercado de bens e serviços da região. As empresas estão se preparando para um novo ciclo de desenvolvimento e eu acredito que em breve o setor voltará a crescer", afirma Soares.

Autor: Márcio Siqueira

Foto: Wanderley Gil


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Tags: política, brasil offshore


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