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Brasil Offshore deve injetar mais de R$ 50 milhões na economia de Macaé

Terceira maior feira do petróleo no mundo projeta também geração de 10 mil empregos diretos e indiretos durante os quatro dias de evento

Em 20/06/2017 às 16h33


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Autoridades participaram da abertura da nona edição da Brasil Offshore Autoridades participaram da abertura da nona edição da Brasil Offshore
Com a projeção de injetar mais de R$ 50 milhões na economia de Macaé e da região, a Brasil Offshore abriu hoje (20) um novo cenário de perspectivas para a indústria de óleo e gás. Ao promover também o início da retomada do mercado do petróleo, a feira abre cerca de 10 mil postos de trabalhos, diretos e indiretos, durante os quatro dias de realização do evento.
Os números foram apresentados pelo vice-presidente da Reed Exhibitions Alcântara Machado, Paulo Octávio, na solenidade de abertura da terceira maior feira do petróleo no mundo. 

"A feira traz, neste ano, uma referência importante sobre os 40 anos de produção da Bacia de Campos. E isso representa o empenho de todos nós em promover um evento capaz de injetar R$ 50 milhões na economia de Macaé, fora as projeções da rodada de negócios. O evento envolve também mais de 10 mil trabalhadores, diretos e indiretos, que irão ajudar a promover uma feira capaz de contribuir com a retomada do mercado de óleo e gás", afirmou Paulo Octávio.

A retomada dos negócios da indústria de óleo e gás foi a palavra-chave nos discursos das autoridades e representantes do mercado offshore que participaram da solenidade de abertura da feira.

Representante da instituição responsável por promover o debate técnico da Brasil Offshore, que é a conferência internacional, Guilherme Castro, diretor da Sociedade de Engenheiros do Petróleo (SPE), apontou que a Brasil Offshore é a vitrine para as empresas que participam do mercado de óleo e gás.

"Estamos preparados para promover um debate técnico importante para a retomada do setor", apontou Guilherme.




Leilões criam grandes previsões para o setor

A projeção de cerca de R$ 80 bilhões de investimentos no mercado nacional de óleo e gás, através da programação de novos leilões de áreas de exploração, projetado pela Agência Nacional do Petróleo entre 2017-2019, foi destacada pelo secretário executivo do Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), Antônio Guimarães.

"A matéria prima para a indústria é descobrir petróleo. Quando o governo federal estabelece uma projeção de leilões, se projeta também um novo marco para a economia do país. A partir dos leilões exitosos, voltaremos a gerar negócios. A feira acaba sendo o marco entre a preparação das novas regras do mercado e o futuro da exploração e produção marcado pelos leilões", destacou Antônio.

E a consolidação da Bacia de Campos como uma referência para os investimentos atuais e futuros da Petrobras solidificam as esperanças sobre um novo futuro de prosperidade para a indústria de óleo e gás.




"Vivemos hoje a previsão de início da produção dos campos de Tartaruga Verde e Mestiça, assim como as operações do pré-sal no campo de Albacora. E isso nos traz otimismo para a operação da Petrobras", disse Maurício Batalha, gerente da Unidade de Operações da Bacia de Campos.

Presente na abertura da feira, o secretário-adjunto de petróleo e gás, do Ministério de Minas e Energia, João Nora, apontou o olhar do governo federal sobre o futuro do mercado do petróleo nacional.

"A estratégia de revisão da política energética nacional tem como foco tornar o mercado do petróleo mais competitivo. O momento atual é de aumentar a importância do processo de manutenção e revitalização dos campos maduros, ampliando o fator de produção das reservas. O Ministério tem buscado medidas para fomentar a exploração e produção. Com os novos leilões e a agenda do petróleo nacional, vamos conseguir", disse João.

O prefeito de Macaé, Dr. Aluízio (PMDB), apontou que o novo momento do mercado do petróleo é de recuperar a autoestima da indústria offshore.

Autor: Márcio Siqueira marcio@odebateon.com.br

Foto: Wanderley Gil


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Tags: economia, brasil offshore


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