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Estudos apontam balneabilidade das Lagoas do Parque Jurubatiba

Entres as lagoas da unidade estão a Lagoa Jurubatiba no Lagomar, a Lagoa de Carapebus, e Lagoas da Garça, Preta e Paulista em Quissamã

Em 06/06/2016 às 11h29


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Um novo estudo será realizado nas Lagoas da Unidade ainda este mês   


Em meio à degradação de recursos naturais visíveis cada vez mais em Macaé, como o Rio Macaé e Lagoa de Imboassica, na mesma cidade há exemplos de recursos hídricos preservados. Trata-se das lagoas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba. Estudo recente realizado nas lagoas mostrou que os locais estão balneáveis e próprios para banho.

De acordo com informações da gestão do Parque, essa foi a primeira vez que as águas do Parque passaram por análise e a iniciativa será realizada a cada três meses. A pesquisa deve acontecer ainda este mês. 
Entres as lagoas da unidade estão a Lagoa Jurubatiba no Lagomar, a Lagoa de Carapebus, além das Lagoas da Garça, Preta e Paulista em Quissamã. 

O analista ambiental e subchefe da unidade, Marcos relaciona o resultado dos estudos ao fato das lagoas estarem protegidas em uma unidade de conservação de proteção integral, que é o Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, que abrange os municípios de Macaé, Carapebus e Quissamã, sendo considerada a área de restinga mais extensa e uma das mais bem preservadas de todo o país. 

"Os resultados são uma vitória para a conservação ambiental e demonstram a necessidade de se proteger os córregos, rios, lagoas e demais corpos hídricos: O Parque Jurubatiba é uma unidade de conservação que visa proteger as restingas e as lagoas costeiras, ambientes altamente ameaçados ao longo do país. As lagoas costeiras são ambientes facilmente contamináveis, pois elas recebem as águas das bacias hidrográficas que as alimentam, e essas bacias na maioria das vezes estão com aglomerações urbanas ou industriais, que lançam nos afluentes diversos contaminantes, como esgoto doméstico e industrial", disse. 

O  monitoramento nas lagoas da unidade será realizado trimestralmente através de uma empresa contratada pela Petrobras como uma das condicionalizantes do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), assinado entre o ICMbio e a estatal. Esse monitorameto é feito como uma condicionante do licenciamento ambiental da ampliação do terminal de Cabiúnas.

Autor: Juliane Reis Juliane@odebateon.com.br

Foto: Kaná Manhães


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Tags: cidade, meio ambiente


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