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Petrobras: garantia de desenvolvimento

Companhia garantiu desenvolvimento econômico da região, com base em ações de responsabilidade social

Em 03/10/2012 às 10h53


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Responsável por impulsionar, a partir de Macaé, a economia de todos os municípios envolvidos com o processo de exploração e produção de petróleo na Bacia de Campos, a Petrobras alcançou, ao longo dos últimos anos, muito mais do que o status de configurar entre as 10 maiores empresas petrolíferas do mundo, levando o nome do Brasil como uma das 20 principais nações produtoras do chamado ouro negro no mundo.

Passados 35 anos desde a extração dos primeiros barris na Bacia de Campos, a estatal mantém o mesmo espírito desbravador, inovador e tecnológico, fundamentais para se manter o ritmo de produção de 1,7 milhão de barris diários, números que serão ampliados a partir dos investimentos projetados pela empresa até 2016.

Ao passar atualmente por um processo de reestruturação, a empresa genuinamente brasileira mantém a sua relação bem próxima à comunidade macaense, sendo a principal geradora de empregos e recursos fundamentais para garantir a Macaé o reconhecimento como a Capital Nacional do Petróleo.

"A Petrobras atua com responsabilidade em relação a toda questão tributária, legal e fiscal e, desta maneira, não fica perceptível que o grande legado que uma companhia deixa para uma comunidade onde ela atua, não são os projetos sociais e de responsabilidade ambiental, mas sim a geração de emprego, de fluxo de caixa, de tributos, a capacidade de geração de riquezas, como a Petrobras tem feito e que continuará fazendo ao longo dos próximos anos", apontou o gerente geral da Unidade de Operações da Bacia de Campos (UO-BC), Joelson Falcão Mendes.

Ao modificar o cenário da região identificada como o "emirado do petróleo brasileiro", a Petrobras assumiu o compromisso de desenhar o desenvolvimento econômico, através da visão e do respeito pela responsabilidade social e ambiental.

"Tudo que nasce na prancheta dos nossos técnicos está relacionado ao nosso conceito de responsabilidade social.Temos projetos importantes de responsabilidade social, e vamos continuar tendo, construindo junto com a sociedade. Temos avançado, inclusive, em participar para que a sociedade saiba apresentar um projeto. Com todas as limitações legais que nós temos, hoje um projeto precisa ser estruturado de tal forma que a maioria das instituições não está preparada para fazer. E isso não é uma determinação da Petrobras, mas sim de todos os órgãos que nos fiscalizam", afirmou Joelson.

Mais que as questões sociais e ambientais, que acompanham toda a dinâmica produtiva de petróleo, a participação da companhia brasileira no cotidiano da Capital do Petróleo foi suficiente para modificar a vida e a realidade de milhares de pessoas que souberam acompanhar o novo momento econômico vivido por Macaé e pelo país.

"Pessoas da comunidade que souberam aproveitar, no comércio ou em empresas de serviço, o fato de ter uma indústria do petróleo aqui, hoje são responsáveis por grandes empresas que acompanharam este crescimento da indústria do petróleo. Empreendedores que estavam na hora certa, que tiveram capital para investir, ao longo dos últimos 35 anos, quando param para refletir podem dizer: Que bom que a indústria do petróleo está aqui", analisou Joelson.

Além de criar oportunidades direta à sociedade macaense, a presença da Petrobras em Macaé garantiu ao município a capacidade de geração de receitas estimadas em R$ 500 milhões anuais, apenas com os recursos dos royalties e da Participação Especial.

"Todo município brasileiro queria ter a Petrobras. Porém, somos uma empresa como outra qualquer, que tem ações na bolsa de valores, e que tem como principal acionista o povo brasileiro. Temos as nossas responsabilidades, e o poder público tem a dele. O que temos obrigação como empresa é sinalizar para os municípios o que nós pretendemos fazer, aí o poder público deve se preparar", apontou Joelson.

Autor: Márcio Siqueira marcio@odebateon.com.br


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