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A questão da deficiência e acessibilidade uma visão diferente

Em 08/08/2012 às 09h08


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A questão da problemática da questão da deficiência e da acessibilidade, e como a população ver essas duas vertentes é uma questão bem mais abrangente do que se imagina. Segundo dados do IBGE mostra que, no Brasil, vinte e quatro milhões e quinhentas mil pessoas são portadoras de algum tipo de deficiência, das quais pelo menos nove milhões em idade produtiva podendo gerar renda e se desenvolver no senário econômico. Esse número representa 17% (dezessete por cento) da população brasileira que sofre com falta de consciência de uma sociedade que ainda não despertou para as questões dos direitos dos portadores de deficiência, essas pessoas deficientes são aquelas que possuem pelo menos alguma dificuldade de enxergar, de ouvir, de locomover-se e/ou alguma deficiência física ou mental mas tais situações citadas em alguns casos não retira a possibilidade de trabalho ou de desenvolver trabalhos. O presente trabalho tem o intuito de demonstrar que a Constituição Federal de 1988 enaltece que todos os seres humanos são igualmente detentores de direitos, deveres e obrigações. A Carta Magna estabelece em seu artigo 5º que homens e mulheres são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Sendo assim, uma pessoa não possui mais ou menos direitos em face da outra, o certo é que todos possuem direitos iguais isso de igual valor para a pessoa com deficiência. 

Em Macaé-RJ uma das cidades mais ricas em recursos financeiros do Brasil observa-se uma falta de visão por parte do poder publico em amenizar os problemas arquitetônicos e estruturais da cidade, se houvesse uma diminuição das barreiras estruturais em calçadas e edificação publicas ajudaria muito o deficiente alcançar seu espaço nessa cidade prospera. No transporte não só basta implantar elevadores, mas tem que haver uma instrução para o motorista para manusear o equipamento, outro fato notado e que não basta simplesmente fazer tampas em calçadas de qualquer maneira sem um prévio estudos se realmente funcionara, outra questão e padronização de calçadas e a manutenção da mesma, e a valorização do deficiente como pessoa potencialmente útil. O que se observa e qua e subsecretaria de acessibilidade não funciona no que diz respeito a busca de melhorias  para o deficiente nem na solução de problemas simples como compra de equipamentos já que isso e de grande importância para uma pessoa que necessita de equipamentos para sua locomoção o que se observa e que na ponte de ligação da barra para o centro tanto a ponte de pedestre quando a ponte onde passa os veículos não há melhorias no que diz respeito a acessibilidade, um dos maiores problemas enfrentados pelas cadeirnte e que a ponte onde passa pedestre e tão alta e com barras de ferro que isso impossibilita a passagem de qualquer cadeirante por essa importante passagem para pedestre, isso faz com que os que utiliza a cadeira de rodas dispute espaço com os carros e com isso pode provocar acidentes.

Na questão de vagas de emprego vemos um pouco de cumprimento por parte das empresas na vagas destinadas para o portador com deficiência, mas se observa que as empresas não visa tanto a qualificação do deficiente impondo barreiras para o deficiente físico (cadeirante) não chegue a vaga de emprego tão sonhada, o que se observa e que muitos deficiente físicos cadeirantes tem um potencial intelectual grande podendo desenvolver seus talentos e habilidades dentro de qualquer empresa gerando ganhos no trabalho que desenvolver, a solução dos problemas abordados depende exclusivamente do poder publico detentor do poder e da solução do problema arquitetônico e estrutural, a sociedade que convive com o deficiente, e as empresas geradoras de renda e de mudança social e econômica na vida do deficiente. 

Relatos de um deficiente: Nielligton Marques

Autor: NIELLIGTON MARQUES DOS SANTOS


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