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Educação em foco

Em 19/07/2010 às 15h07


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O país, cada vez mais, vivencia uma violência que impressiona pela forma como é praticada. Falta de humanismo, covardia, total descontrole que leva uma pessoa a praticar um crime com tanta frieza e meios absolutamente irracionais. Pessoas que se organizam, agem e tiram a vida de outro ser humano e permanecem com comportamento e atitudes como se nada tivesse acontecido. Diante de tantos fatos que constatam a autoria do crime: das nítidas provas; de testemunhas que relatam tudo; dos antecedentes de vida que retratam o perfil de criminoso num suspeito... Por que ainda ter dúvida sobre certos crimes? Por que tantos recursos que ainda beneficiam os criminosos, por mais cruéis que sejam? E o mais agravante, alguns advogados que defendem esses criminosos com argumentos que são uma vergonha, daqueles que tentam, vergonhosamente, desqualificar a vítima como se essa merecesse ter um fim trágico. É uma situação que deixa todos perplexos e desacreditando que algo possa ser feito, em caráter definitivo, para, levar os que praticam esses crimes bárbaros à prisão e que cumpram penas de acordo com o grau de sua culpabilidade. A impunidade é muito grande no país. Todo o processo precisa ser revisto, urgentemente, para que mudanças sejam feitas. São famílias e mais famílias que perdem pessoas próximas, são casos e mais casos que ficam sem solução, alguns onde os veículos de comunicação dão ênfase diariamente, mas como passar do tempo cai no esquecimento.
Observando o passado, foram tantos crimes que jamais se teve notícia do que aconteceu ao certo. Crianças que desaparecem misteriosamente, crimes entre marido e mulher, estupro que são cometidos com freqüência, assaltos de grande porte, crimes no trânsito, dentro dos domicílios, nas ruas, no comércio, na praça, na praia, no cinema, enfim, em todo lugar sempre se tem notícia de crimes que chama a atenção. E o que acontece? Sempre a mesma rotina: omissão de provas; os suspeitos se calam na hora do depoimento; tudo cabe recurso; sempre tem um advogado para defender os, evidentemente, criminosos, e logo está todo mundo em liberdade ou, quando não, cumprem penas mínimas e voltam ao convívio da sociedade, representando um medo constante para qualquer pessoa do bem. O que esperar de uma pessoa que elabora um crime, que participa de um crime, que executa um crime? E o pior, que depois disso tudo age como se nada tivesse acontecido? Será que essa pessoa não estará tendenciosa a cometer outro tipo de crime? Será que irá se arrepender de fato do crime que cometeu? Difícil acreditar nisso, então o perigo é constante.
A impunidade é enorme. A aplicação de penas severas inexiste, quase tudo acaba beneficiando o infrator, infelizmente é assim que a gente convive com toda essa situação que continua impressionando e, dia após dia, se tem mais notícias com requintes de crueldade, que deixa todos alarmados e não acreditando que um dia isso tudo possa mudar.
       
Fiquem com Deus e a paz de Jesus Cristo no coração!

Para Refletir: “O corpo humano foi feito para andar, correr ou parar; não foi feito para deslizar”. Cullen Hightower.     

Autor: Professor Márcio Coelho Pires


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