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Mesmo com fiscalização, ainda há desrespeito por “Lei do Silêncio”

Em 23/10/2009 às 08h53


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Ela já está vigorando há três semanas, mas ainda há aqueles que desrespeitam uma das leis mais importantes para se manter a ordem em uma cidade: a “Lei do Silêncio”. Mesmo com a fiscalização da Secretaria de Meio Ambiente, ainda é possível observar flagrantes de desrespeito por Macaé.

O ponto mais crítico, de acordo com os macaenses, é o Centro da cidade. Com ruas estreitas e com os acostamentos sendo utilizados pelo estacionamento rotativo, os “carros de som” perturbam não só a ordem sonora como o trânsito local.

Um comerciante da Avenida Rui Barbosa, que preferiu não se identificar com medo de represálias, diz que a passagem destes veículos acontece diariamente, em diferentes faixas de horário. Ainda segundo ele, na maioria dos casos, estes carros funcionam de forma irregular. “São carros de passeio, que deixam o porta-malas aberto para o som sair. Eu não acredito que eles possuem licença para circular ou que o som está no limite permitido”, afirma o comerciante.

Em outro ponto do Centro, na Rua Tenente Coronel Célio, a situação é ainda pior: nesta rua, funciona o Hospital da Unimed e o Centro de Saúde Jorge Caldas, locais que, por lei, não podem ser afetados por veículos com alto volume sonoro. Ainda nesta rua, futuramente, existirá o Hospital de Emergências Pediátricas. Quem mora por ali, lamenta o caos.

“Eu nunca vi fiscal algum. Talvez agora que o jornal tem noticiado esta nova lei, pode ser que melhore. Mas fica difícil de acreditar”, disse a dona-de-casa Luciene Gonçalves, conversando com a equipe de O DEBATE e observando uma bicicleta que transitava pela região.

Situação semelhante acontece na Rua Vereador Abreu Lima, em frente a Praça Veríssimo de Melo: o Hospital São João Batista, um dos hospitais mais antigos de Macaé. Lá, a proximidade dos leitos com a rua principal, faz parecer que qualquer ruído se transforme em um grande tormento.
“Agora que há um telefone, o macaense tem mais é que denunciar estes abusos. Só que tem que aparecer resultados. Se não, do que adianta”, questiona um estudante.


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